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Alternativa emergencial para evitar o contágio do HIV faz parte das ações de prevenção para o Carnav



O preservativo é a mais importante arma de combate ao HIV, mas neste ano a campanha de Aids do Ministério da Saúde para o Carnaval de 2016 traz novidades para evitar a infecção. A Profilaxia Pós-Exposição, ou simplesmente PEP, evita a sobrevivência e a multiplicação do vírus HIV no organismo. A partir da Quarta-Feira de Cinzas, serão distribuídos folhetos nos postos de saúde e outdoors sobre o tratamento.


Para facilitar o acesso à terapia, que é gratuitamente distribuída em 515 unidades de saúde do SUS em todo o país, o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais lançou duas ferramentas:


- O site que trás informações customizadas para tirar as dúvidas dos usuários do SUS, profissionais de saúde e gestores estaduais e municipais, além de incluir a lista das unidades onde o tratamento está disponível.


- O aplicativo PEP, disponível para download na Google Play para celulares Android que deixa à mão todas as informações sobre o tratamento e a lista de locais para acessá-lo. Assim, mesmo que o usuário esteja fora de sua cidade, ele pode ter fácil acesso.


Saiba Mais:








Entenda mais sobre a PEP


Para funcionar, a PEP deve ser iniciada logo após a exposição de risco, em até 72h, o ideal sendo nas primeiras 2 horas. A pessoa deve procurar imediatamente um serviço de saúde que realize atendimento de PEP assim que julgar ter estado em uma situação de contato com o HIV.


É importante observar que a PEP não serve como substituta à camisinha. Muito pelo contrário: o uso de preservativos masculinos e femininos são ainda a principal e mais eficiente maneira de se evitar o HIV.


Como funciona?


Geralmente, a PEP consiste na ingestão de uma pílula em uma dose diária única, mas, a depender da avaliação do (a) profissional de saúde que o (a) atender, pode ser necessário uma outra combinação de medicamentos. É importante que o tratamento não seja interrompido durante os 28 dias e tomado conforme prescrito pelo médico.


Se não for tomado assiduamente, o tratamento pode falhar e, dessa forma, não impedirá que o vírus sobreviva e se reproduza no organismo, o que fará com que o paciente contraia o HIV.


Como todo medicamento, os antirretrovirais utilizados na PEP também podem causar efeitos indesejados. Os mais comuns são: dor de cabeça, enjoos e diarreia.

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